Foto: Flávio Tin/ND Mais[/caption]
Bloqueio de bens
A denúncia foi oferecida pelo MP no dia 5 junho de 2017. Duas semanas depois, a Justiça aceitou os argumentos e determinou o bloqueio dos bens da Orban no valor de R$ 265.101,09. A sentença foi assinada pelo juiz do caso, Márcio Schiefler Fontes. Por falta de saldo nas contas da empresa, a indisponibilidade dos bens foi de R$ 59.473,23, conforme aponta o MP em parecer no processo. Para compensar a diferença, a construtora ofereceu quatro lotes como garantia para completar o bloqueio determinado pelo juiz. No dia 20 de fevereiro de 2018, o juiz Antonio Marcos Decker não acatou os pedidos dos acusados para suspender o processo e recebeu a denúncia por reconhecer “fortes indícios de prática de ato de improbidade”. Em 28 de fevereiro de 2018, o Estado de Santa Catarina decidiu entrar no caso.Contrapontos
A advogada Kenia Bruning Schlickmann, que representa a Infodigital e a mãe de Lucas Esmeraldino, Maria Ligia de Souza Esmeraldino, informou em suas alegações que seus representados não tiveram nenhuma participação ilegal na licitação e que não receberam “qualquer vantagem patrimonial”. No caso da Orban, a defesa da construtora afirma que o processo já está prescrito, que não existe mais possibilidade de punição após sete anos de investigação por parte da promotoria e que os laudos apresentados pelo MP não podem ser considerados. Ao ND Mais, Cristiano Esmeraldino respondeu que “nossa empresa não tem nenhuma condenação e sempre estivemos dispostos a esclarecer todos os atos da empresa. Com a Orban, partilhados da mesma premissa, pois trabalhar com o público é prestar conta de tudo, é uma obrigação e assim sempre fizemos enquanto tínhamos esse tipo de contrato. A Orban, já alguns anos, não atua mais com o setor público, somente com privado".
Já Felipe Esmeraldino, também ao ND Mais, disse que “a InfoDigital está há mais de três anos sem atuação no mercado. Todas as empresas que fornecem serviços e produtos para o setor público estão sujeitas a questionamentos pelos órgãos de controle. É dever de toda a empresa, quando citada, responder e esclarecer os questionamentos dentro do processo legal. E assim, está sendo feito”.
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Lucas, Cristiano e Felipe Esmeraldino. Foto: Reprodução/Facebook[/caption]
*Com informações do ND Mais.
Lucas, Cristiano e Felipe Esmeraldino. Foto: Reprodução/Facebook[/caption]










