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SEGUNDA MÃO - Ciclovia da Patrício Lima é exemplo de dinheiro público jogado no lixo
Leia também: Licão ingrato, Joares sem Caio, candidatos forçados, Festival do Camarão, Natal Luz, nota 0 e nota 10 e outras notas curtas.
Por Alessandro Neves
•Atualizado há 1 semana


Foto: Marcelo Becker/PMT[/caption]
Causa estranhamento ler que alguns progressistas gostariam que o vice-prefeito Caio Tokarski (PSD) não permanecesse na chapa com Joares Ponticelli (Progressistas) na eleição deste ano.
Caio é a principal engrenagem na administração da atual gestão. Sem ele, nada funciona. É como a música: "eu não existo longe de você...".
Para a dentista que, segundo o site SC em Pauta, pediu a retirada de um vídeo que mostra uma das festas promovidas no final de ano, pelo governador Carlos Moisés da Silva (PSL), na Casa D'Agronômica.
Deve ser de muita inocência pensar que, ao publicar imagens de qualquer evento que seja, mesmo particular, envolvendo o governador do estado, esse material não se torne de interesse público. Até porque, diga-se de passagem, o vídeo em questão não mostra nada demais. Sobre quem bancou todo esse regabofe, aí já é outro questionamento...
Para a tubaronense Bebidas Grassi que, após lançar a primeira vodka em lata do mundo, inovou mais uma vez ao criar o primeiro gin tropical do país pronto para beber. O drink é a atual sensação em todas as baladas.
A título de curiosidade, o Baly, do mesmo grupo, é o energético mais vendido no sul do Brasil. Fabricado na nossa terra. Nota "deeeeeeeeeez"!








