Familiares pretendem processar Netflix por série sobre Boate Kiss
O grupo deseja que uma parte do lucro seja repassada para tratamento de sobreviventes e para a construção de um memorial.

O grupo deseja que uma parte do lucro seja repassada para tratamento de sobreviventes e para a construção de um memorial.

O dia 27 de janeiro é marcado todos os anos, desde 2013, por uma das maiores tragédias ocorridas no país. O incêndio na boate Kiss, que deixou 242 mortos, completou 10 anos na última sexta-feira (27). O famoso serviço de streaming, Netflix, produziu uma série sobre a tragédia.
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Entrar no grupoA reprodução da série causou revolta em alguns familiares das vítimas. O empresário Eriton Luiz Tonetto Lopes, que perdeu uma filha de 19 anos na tragédia, coordena o grupo de familiares e moradores de Santa Maria-RS que não concordam com a exibição na plataforma.
"Nós fomos pegos de surpresa, ninguém nos avisou, ninguém nos pediu permissão. Nós queremos saber quem está lucrando com isso. Não admitimos que ninguém ganhe dinheiro em cima da nossa dor e das mortes dos nossos filhos", afirmou Eriton em uma entrevista. O grupo deseja que parte do lucro seja repassada para tratamento de sobreviventes e para a construção de um memorial.




