O presidente Donald Trump confirmou que as forças americanas realizaram uma ofensiva militar sem precedentes na Venezuela, resultando na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Trump divulgou uma imagem de Maduro vendado, usando óculos escuros e moletom, supostamente algemado a bordo do navio de guerra USS Iwo Jima. Segundo o republicano, a operação foi “espetacular” e comparável a grandes ações da Segunda Guerra Mundial, sendo transmitida ao vivo para ele por agentes em Caracas.
Em pronunciamento oficial, Trump afirmou que os Estados Unidos assumirão a administração da Venezuela de forma interina por meio de um grupo que será designado em breve. O presidente americano invocou a Doutrina Monroe para justificar a ação, declarando que o domínio dos EUA no Hemisfério Ocidental “nunca mais será questionado”. Ele garantiu que o controle americano permanecerá até que ocorra uma transição que Washington considere “adequada, justa e legal”.
Um dos pontos centrais da nova estratégia é a retomada da indústria petrolífera venezuelana por gigantes americanas. Trump anunciou que petroleiras dos EUA entrarão no país para investir bilhões de dólares e recuperar a infraestrutura que, segundo ele, foi “roubada” por regimes socialistas. O presidente garantiu que o petróleo voltará a fluir e que, embora os EUA assumam o controle, a China continuará recebendo o produto conforme os acordos vigentes.
Sobre o futuro político do país vizinho, Trump demonstrou incerteza quanto aos nomes da oposição. O líder norte-americano revelou que o secretário de Estado, Marco Rubio, já mantém diálogo com a vice-presidente de Maduro, Delcy Rodríguez, indicando que ela estaria disposta a colaborar com as novas diretrizes de Washington.








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