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Escova elétrica ou manual: Será que é hora de trocar a sua?

Atualizado há 6 minutos
Escova elétrica ou manual: Será que é hora de trocar a sua?

imagem gerada por IA

Resumo da Notícia

O corredor de higiene oral de uma farmácia ou supermercado hoje em dia lembra um setor de tecnologia. Luzes, embalagens que brilham, características de intensidade de vibrações e aplicativos para celular que prometem transformar a sua escovação em uma experiência.

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Mas a pergunta é: será que a velha e fiel escova manual ainda dá conta do recado, ou estamos apenas sendo seduzidos pelo marketing em massa? Na verdade, embora ambas funcionem, a tecnologia elétrica tem dado as cartas quando o assunto é remover aquela placa bacteriana mais persistente.

O grande segredo das escovas elétricas não é apenas o movimento rápido, mas sim a capacidade de compensar a nossa preguiça e impaciência na hora da escovação. Alguns modelos modernos vêm com sensores de pressão que lhe avisam quando a força empregada está alta — um erro comum dos pacientes e que acaba desgastando o esmalte e retraindo a gengiva. Para quem tem o hábito de escovar os dentes com muita força, a versão elétrica pode ser uma opção interessante.

Outro ponto fundamental é o tempo. A maioria das escovas elétricas tem um temporizador de dois minutos, um tempo padronizado para uma escovação regular. Elas fazem o trabalho pesado por você.

Mas, no final do dia, a melhor escova é aquela à qual você consegue se adaptar e realizar a sua higiene bucal de maneira eficiente e com a técnica correta. A manual exerce seu papel e a elétrica traz praticidade, mas não descarta a dedicação.