Uso de camisinha é essencial para evitar infecções e garantir Carnaval seguro
Com 60% da população ignorando o método, opções ultrafinas e texturizadas buscam aumentar a adesão entre o público jovem.

Thiago Paixão/Prefeitura de Feira de Santana
Com 60% da população ignorando o método, opções ultrafinas e texturizadas buscam aumentar a adesão entre o público jovem.

Thiago Paixão/Prefeitura de Feira de Santana
A prevenção contra Infecções Sexualmente Transmissíveis torna-se o foco das atenções com a proximidade do Carnaval.
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Entrar no grupoDados indicam que 60% dos brasileiros não utilizam preservativos regularmente, uma tendência de queda que preocupa especialistas, especialmente entre os jovens.
Para tentar reverter esse cenário, o estoque público disponível para a folia de 2026 conta com novidades como as versões ultrafina e texturizada, projetadas para serem mais confortáveis e reduzir a resistência ao uso do método.
O preservativo permanece como a barreira mais eficaz contra o HIV, a sífilis e as hepatites virais, além de evitar gestações não planejadas. Além do uso da camisinha, a proteção pode ser reforçada de forma combinada com outras ferramentas disponíveis na rede de saúde, como a testagem rápida, a vacinação contra hepatite e o uso de profilaxias de pré e pós-exposição (PrEP e PEP), que agem antes ou logo após um possível contato com o vírus.
Para manter a saúde em dia durante os blocos e festas, os cuidados devem ir além da proteção sexual. A hidratação constante, o uso de protetor solar e a atualização da vacina contra febre amarela — especialmente para quem viaja para áreas de mata — são recomendações fundamentais para evitar complicações e garantir que o bem-estar se mantenha durante e após os dias de festa.




