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Tragédia em Itumbiara: o que você precisa saber sobre o caso do secretário que matou os filhos

Crime teria sido motivado por crise conjugal e anunciado em redes sociais.

Atualizado há 6 minutos
Tragédia em Itumbiara: o que você precisa saber sobre o caso do secretário que matou os filhos

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Resumo da Notícia

⚠️ Atenção: Este conteúdo aborda temas sensíveis como violência e suicídio, o que pode causar desconforto ou gatilhos emocionais. Se você está passando por um momento difícil ou apresenta sinais de sofrimento psicológico, não prossiga a leitura e procure ajuda. O Centro de Valorização da Vida oferece apoio emocional gratuito e sigiloso 24 horas por dia. Ligue para 188.

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Thales Machado, de 40 anos, secretário de Governo do município de Itumbiara (GO), matou os filhos Miguel (12) e Benício (oito) com tiros na cabeça antes de tirar a própria vida na noite de 11 de fevereiro.

O crime ocorreu em um condomínio fechado, onde o autor também espalhou gasolina pelo apartamento na tentativa de incendiar o local.

Ele foi encontrado morto sobre a cama com uma pistola Glock .380 no peito.


✖️ O planejamento e as redes sociais

Momentos antes do crime, o secretário publicou um texto no Instagram alegando que o fim de seu casamento de 15 anos com Sarah Tinoco Araújo o levou ao "limite".

No desabafo, citou suspeitas de traição e anunciou a intenção de matar os filhos:

“Partimos eu e meus meninos, que agora são anjos que infelizmente vieram junto comigo”.

Ao lerem a postagem, vizinhos foram ao local, mas encontraram as vítimas já baleadas. Miguel morreu no imóvel e Benício faleceu dias depois no hospital.


✖️ Contraste com mensagens das vítimas

A investigação apurou que, dias antes do assassinato, a relação aparente era de afeto. Thales postava vídeos em treinos de judô das crianças, e os filhos haviam escrito cartas recentes descrevendo o secretário como o "melhor pai do mundo".

Em sua última mensagem antes de morrer, Thales pediu desculpas ao sogro, o prefeito Dione Araújo (avô das crianças), reconhecendo que o ato não teria perdão.


✖️ Atualização da investigação

Nesta semana, a Polícia Civil de Goiás confirmou que o Grupo de Investigações de Homicídios mantém a linha de investigação inalterada: o caso é tratado como homicídio duplo seguido de suicídio.

Rumores de novos suspeitos foram descartados pela corporação, que agora aguarda a conclusão dos laudos periciais finais para encerrar o inquérito.