Programa de Angélica ganha nova temporada após sucesso no GNT

Isabella Pinheiro/GNT

Isabella Pinheiro/GNT
A Globo decidiu renovar o "Angélica Ao Vivo" para uma segunda temporada. O programa exibido pelo GNT e Globoplay voltará no segundo semestre após registrar boa repercussão e desempenho expressivo nas plataformas digitais.
Clique e receba notícias do extra.sc em seu WhatsApp:
Entrar no grupoA apresentadora comemorou o resultado e destacou a conexão criada com o público no formato ao vivo. A primeira temporada reuniu convidados como Xuxa, Luciano Huck, Ana Maria Braga e Grazi Massafera.
⭐ Angélica diz que rivalidade com Xuxa e Eliana foi criada pela TV
Angélica relembrou os tempos de apresentadora infantil e afirmou que a rivalidade entre ela, Xuxa e Eliana foi alimentada durante anos pela televisão e pela mídia. Segundo ela, o clima de competição acabou sendo incorporado pelas próprias artistas em determinados momentos.
A apresentadora avaliou que esse tipo de disputa servia mais aos interesses da indústria do que às mulheres envolvidas. Para Angélica, a relação entre as três mudou e hoje o assunto é tratado de forma muito diferente.
📺 Virginia estreia como correspondente da Globo na Copa
Virginia Fonseca fará sua estreia no próximo domingo (14) como correspondente especial do "Domingão com Huck" durante a Copa do Mundo. A influenciadora participará diretamente dos Estados Unidos, trazendo conteúdos e entradas ao vivo sobre o torneio.
A cobertura também contará com Lívia Andrade e faz parte da estratégia da Globo de aproximar entretenimento e esporte durante o Mundial.
⭐ STJ mantém Deolane presa e rejeita pedido da defesa
A Quinta Turma do STJ negou por unanimidade o pedido da defesa de Deolane Bezerra para substituir a prisão preventiva por domiciliar. A influenciadora segue detida enquanto avança a investigação que apura suposta ligação com um esquema de lavagem de dinheiro.
Durante o julgamento, os advogados alegaram que Deolane é mãe de uma criança pequena, não representa risco à investigação e foi alvo de uma prisão excessivamente midiática. Os ministros, porém, entenderam que não havia ilegalidade na decisão e mantiveram a prisão preventiva.




