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Rafael Bertoni

Por que a estética de hoje não é (nem de longe) a mesma de antigamente

Atualizado há 19 horas
Por que a estética de hoje não é (nem de longe) a mesma de antigamente

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Resumo da Notícia

Alguns pacientes que buscam uma avaliação do sorriso chegam ao consultório pedindo aquele sorriso superbranco de comercial de televisão. Mas, se há algo que mudou profundamente na odontologia nos últimos anos, foi o planejamento e os conceitos estéticos das lentes de contato dental.

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Se você se lembra da época em que muitos sorrisos pareciam uma "tecla de piano", opacos e artificiais, saiba que esse conceito ficou no passado.

Antigamente, trabalhava-se com cerâmicas mais espessas, que exigiam uma base muito branca para esconder a cor natural dos dentes. O resultado era um aspecto pesado e artificial, especialmente sob a luz natural.

Hoje, a odontologia utiliza principalmente cerâmicas vítreas, como o dissilicato de lítio, e cerâmicas feldspáticas. O grande diferencial desses materiais é a translucidez, que permite reproduzir com grande fidelidade a aparência do esmalte natural.

Além disso, essas cerâmicas são extremamente finas, muitas vezes com espessuras de apenas frações de milímetro. Isso possibilita corrigir formato, cor e pequenos desalinhamentos preservando praticamente toda a estrutura do dente original.

A evolução dos materiais trouxe mais naturalidade aos tratamentos estéticos. Hoje, é possível devolver a autoestima e corrigir imperfeições sem abrir mão da personalidade do sorriso. Afinal, a melhor estética é aquela que valoriza a individualidade de cada paciente.