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Transferência monetária nadegal

Coluna do Antonio Bento
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Foto: Marcos Oliveira/Brazilian Senate Press Office/AFP

Coluna do Antonio Bento

Transferência monetária nadegal

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O DOC ou o TED mais desajustado no “bumbum” que um político já fez sem sentir a retirada do policial federal.
A repercussão não poderia ser diferente, do senador de Roraima que foi pego com 33 mil literalmente no compartimento de suas nádegas. Não fosse a hilariante situação do ocorrido, seria mais um fato horrendo para o momento vivenciado pela nação brasileira com a pandemia. Dinheiro desviado de emenda parlamentar.

Na interpelação da polícia federal, em residência do desaforado, mais 500 mil foram encontrados. O senador Chico Rodrigues (DEM-RR) afirma para os surdos que é inocente e vai provar para os alienígenas que é verdade. Por enquanto ele está passando por uma série de lavagens nas partes íntimas a fim de eliminar as bactérias causadas pelas cédulas públicas.

 

O melhor do Brasil é o período eleitoral

Quem diz que só existe coisa ruim no país é porque não gosta de política. Pelo menos, teoricamente é assim. A cada dois anos, quando se aproxima das eleições, o Brasil se transforma, de norte a sul. Parece como um espetacular toque de mágica. Quem está no poder afirma ter revolucionado o setor público, os que estão de fora aproveitam para atirar todas as pedras no atual gestor e prometem se eleito for realizar o que nunca terão condição de fazer.

Por mais que seja livre a intenção de conquistar o eleitorado, devia o pretenso candidato assinar um termo em cartório para provar, caso contrário, depois não ser taxado de mentiroso. Mas isso não é tudo. Por estarmos em um país emergente, pra não dizer muito atrasado no sentido cultural e de sociabilidade, continuamos engatinhando em um processo eivado vícios político/jurídico/administrativo, em detrimento de um povo que sonha, contudo, ainda não conquistou sua respeitável liberdade por completo. Ou seja, tem que exercer sua cidadania obrigatória.

 

Bicicletário no centro de Tubarão

Com objetivo de incentivar as pessoas a deixar o carro em casa e utilizar mais a bicicleta, vereador Paulo Henrique Lúcio (PT), apresentou requerimento na câmara solicitando ao executivo municipal a implementação de ciclovias e construção de bicicletários no centro da cidade.

Segundo o edil petista, muitos. trabalhadores do comércio tubaronense são usuários do transporte coletivo e não dispõem de veículo automotor o que os motivaria a usar mais a bicicleta caso tivesse esse sistema de segurança de ligação do centro com os bairros da cidade. Paulão espera o atendimento desse pleito primordial para melhorar o trânsito urbano de Tubarão.

 

Políticos catarinenses na justiça

Complicado o momento político de Santa Catarina. Não bastassem as investigações com possível afastamento do governador e da vice, presidente da Assembleia Legislativa incorre no mesmo sentido devido a denúncia á justiça federal contra ele por corrupção, peculato e fraudes em licitação.

Deputado Júlio Garcia (PSD) está tão encrencado como os atuais chefes de estado. Caso haja arredamento de Moisés e Daniela, dependendo do processo e condenação do presidente da Alesc, seguindo a linha de sucessão do governo, quem assume é o presidente do TJSC, para, posteriormente, convocar novas eleições diretas ou indiretas.

 

Mandato só de quatro anos

Na Amurel, não é comum um prefeito com possibilidade de reeleição abrir mão de um segundo mandato. Dos 18 municípios. Armazém e Pedras Grandes terão novos administradores a partir de janeiro de 2021. Na Cidade Amiga, o atual prefeito José Benjamim Arent, alegando motivos pessoais encerra as atividades na prefeitura em dezembro. Vale dizer que, dentro da medida do possível, realizou uma gestão satisfatória ao povo armazenense.

Não muito diferente ocorreu também em Pedras Grandes com o prefeito Vilson Tadeu Marcon. Com poucos recursos. Xixo tentou amenizar os problemas do município ao investir nas prioridades como Saúde, Educação e Infraestrutura. Apontar o dedo, cobrar e criticar é muito fácil, todavia, difícil é entender a complexidade do trâmite de um órgão público. Mas, como diria o inesquecível presidente corintiano Vicente Mateus, “quem está na chuva é pra se queimar”.


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Atua na comunicação desde 1975, com foco no jornalismo político e esportivo. Trabalhou nas três emissoras de rádio AM de Tubarão. Atualmente, é funcionário da Rádio e TV Tubá. Também assina colunas em alguns jornais da região.

Os artigos aqui publicados não refletem, necessariamente, a opinião do EXTRA.SC.



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