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Foto: Divulgação

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Que país é este?

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Para começar trago aqui uma parte da letra composta pelo cantor e compositor Renato Russo quando interpreta a música que país é esse. “Nessa tela, no senado, existe lixeira espalhada pra tudo que é lado. Ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação”. Faço essa introdução para lamentar, mais uma vez, a maquiavélica inversão de valores, justamente por quem deveria dar exemplo, a Corte Suprema da justiça brasileira.

Senhores leitores, os ministros que compõem a instituição máxima, de 1 a 11, todos, debandaram para a defesa e/ou punição do sistema político-judicial. Ministro Alexandre de Moraes é campeão desse imbróglio. Indicado de Michel Temer para o STF, parece ser o dono da verdade, e do Brasil também. A mais recente decisão do magistrado foi mandar prender o jornalista Allan dos Santos e pedir sua extradição o que gerou revolta de milhares de cidadãos brasileiros. O antagonismo de Moraes é recorrente, liberando corruptos, criminosos e ordenando prisão de pessoas que não possuem crime algum. Não bastasse infringir o direito democrático de expressão, joga o poder judiciário na contramão e na indignação da população.

 

A falta que faz na minha vida

A Lei Rouanet, oficialmente entrou em vigor dia 23 de dezembro de 1991. Foi implantada no país para incentivo a Cultura. No entanto, desde sua criação, sem dúvida alguma, tornou-se uma grande torneira desaguadora para a digníssima classe conhecida como artistas endinheirados. Era tanta grana que entrava com facilidade nas contas bancárias das celebridades sem o mínimo controle. Vale ressaltar que essa lei foi denominada de incentivo de captação de recursos para iniciantes profissionais na área da cultura.

Com o passar do tempo, em se tratando de Brasil, muita coisa foi mudando até chegar nos bolsos de grandes artistas. A então farra do dinheiro público teve um fim melancólico, mas agradável para a maioria dos pagadores de impostos. Por isso, presidente Bolsonaro é odiado e tachado como genocida na boca dos caras que perderam a mamata.

 

No comando da prefeitura

Vereador Nilton de Campos, apesar de apenas sete dias a frente da municipalidade não fará alterações daquilo que vinha sendo realizado pelo prefeito Joares Ponticelli. Como interino até terça-feira, poderá administrar algumas demandas em trabalhos programados de sua competência apresentado na tribuna do legislativo. Mas, na verdade, o que importa mesmo é estar como prefeito de Tubarão, cargo que todos os legisladores gostariam de ocupar.

Fundão eleitoral

Está praticamente definido o valor do fundo eleitoral para o pleito do ano que vem. Como se estivéssemos em país das maravilhas, rico e sem adversidade alguma, os nobres congressistas enviaram junto ao Projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022, o famoso “jabuti”, a bagatela de R$ 6,7 bilhões para os partidos políticos usufruírem em suas campanhas eleitorais.

Como houve revolta do povo, baixaram para R$ 2,128 bilhões, o que também é exagero para os políticos usarem em suas campanhas eleitorais, principalmente em época da doença do coronavírus. Enquanto a maioria dos brasileiros sofre com a crise da pandemia, inflação nas alturas, preços salgados e muitos pais de famílias sem desemprego, os excelentíssimos que se dizem representantes do povo deleitam na enorme harmonia do dinheiro público. Este é o nosso “Brasil Varonil” dos privilegiados.

 

Encontro positivo progressista

O ex-prefeito Felipe Luiz Colaço que é pré-candidato a deputado estadual vem ganhando corpo e muito apoio de amigos, lideranças e correligionários de toda Amurel. Na sexta-feira, esteve em um jantar no bairro Monte Castelo, quando foi recepcionado por amigos inseparáveis, vereador Moises Nunes e Dionísio Bressan que também esteve de vereador em Tubarão, diga-se, com passagem marcada de um grande legislador.

Pepê Colaço sabe perfeitamente do relevante respaldo político de Moises e Dionísio para sua futura campanha visando uma cadeira na Alesc nas eleições de 2022.

 

Convenção municipal do MDB

Com presença de lideranças estado, deputado federal Celso Maldaner, de Volnei Weber e Luiz Fernando Vampiro estaduais, foi realizada no último sábado (16), na sede da Câmara de vereadores, a convenção do MDB de Tubarão. A Executiva ficou assim definida: Presidente: Jair José Tártari reeleito; Primeiro Vice Presidente: José Luiz Tancredo; Segundo Vice Presidente: Evaldo Gonçalves de Campos; Secretário Geral: Eduardo Lopes Neto; Secretária Adjunta: Sarita Cúrcio Locatelli; Tesoureiro: Daniel da Silva Machado; Vogais: Edi Carlos de Almeida e Itamar Vieira. Primeiro Suplente da Executiva: Dalton Luiz Marcon; Segunda Suplente da Executiva: Norma Rosa Corrêa; Terceiro Suplente da Executiva: Heitor Wensing Júnior; Quarto Suplente da Executiva: Samuel Gonçalves da Silva.

Um novato convidado do passado, sem embasamento algum, tenta melindrar a reformulação do partido em Tubarão e região. Mas, a agremiação entendeu apenas como “latidos de um latas” sem dono e sem direção.



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Atua na comunicação desde 1975, com foco no jornalismo político e esportivo. Trabalhou nas três emissoras de rádio AM de Tubarão. Atualmente, é funcionário da Rádio e TV Tubá. Também assina colunas em alguns jornais da região.

Os artigos aqui publicados não refletem, necessariamente, a opinião do EXTRA.SC.



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