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Os palanques estaduais e a força na urna

Blog do Laércio Menegaz Jr.
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Foto: Reprodução

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Os palanques estaduais e a força na urna

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A eleição está chegando e os candidatos a presidente já estão avançados para montar seus palanques nos Estados. Ou seja, já fecharam quais nomes irão apoiar em grande parte deles e também quem vai apoiá-los para dar capilaridade à campanha.

Dos 26 palanques, Jair Bolsonaro já definiu o cenário em 23 deles. 14 são candidatos do próprio PL, seu partido. Outros dois são do PP, três do União Brasil, um do Republicanos e um do PTB. Bolsonaro ainda apoiará o PSDB no MS e PDT no MA.

Os palanques mais fortes estão no Sul e Sudeste, onde pesquisas mostram os nomes mais competitivos ao governo. No Nordeste, apesar de ter fechado os palanques, os escolhidos darão apoio mais comedido por conta de sua rejeição e força de Lula.

Lula definiu palanques em apenas 14 estados. Desses, seis são do PT. Quatro são do PSB, dois do PV e dois do MDB. Para construir um arco de aliança, Lula tem feito o partido abrir mão de lançar nomes próprios. Em MG, apoiará Kalil, do PSD.

No Nordeste, Lula terá os palanques mais fortes. No Sul, só Paraná foi definido com Roberto Requião. Santa Catarina e Rio Grande do Sul, não há definição. Assim como São Paulo e Espírito Santo, o PT precisa costurar o acordo com o PSB e definir os nomes.

Na terceira via, a situação é caótica. Simone Tebet e Ciro Gomes não têm definições nem em seus Estados. No MS de Tebet, o MDB não quis compor com o PSDB e lançará outro nome. No Ceará de Ciro, a aliança histórica com PT corre risco

Mais que isso, no Maranhão, Weverton Rocha do PDT de Ciro será apoiado pelo PL de Bolsonaro, o que dividirá o palanque. No Pará e em Alagoas, o MDB de Tebet está junto com o PT. Em 16 Estados, Tebet dividirá espaço com Lula ou Bolsonaro.

Os palanques estaduais são essenciais para os candidatos, em especial, nas regiões que podem ser decisivas como o Sudeste, onde estão 44% dos eleitores e o cenário é mais nebuloso, diferente do Sul e do Nordeste, onde Bolsonaro e Lula dominam uma delas



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Atua como estrategista eleitoral e gestor de mandatos há 20 anos. Participou de eleições e gestões públicas em diversos níveis estratégicos: chefe de gabinete, coordenador de campanha, comunicação e pesquisa, secretário de governo, treinamento de equipes e gestão de crise. Em 2016, fundou a empresa Menegaz Jr. Consultoria.

Os artigos aqui publicados não refletem, necessariamente, a opinião do EXTRA.SC.



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