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Operação Mensageiro

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Operação Mensageiro

Fotos: Reprodução

A operação deflagrada pelo GAECO e GEAC do Ministério Publico de Santa Catarina até o momento levou para cadeia quatro prefeitos catarinenses. São eles Deyvisonn Souza de Pescaria Brava, Luiz Henrique Saliba de Papanduva, Antonio Rodrigues de Balneário Barra do Sul e Marlon Neuber de Itapoá, todos suspeitos de receberem propina da empresa Serrana Engenharia LTDA.

 

A investigação em Braço do Norte

Em Braço do Norte os agentes estiveram na prefeitura e na residência de um servidor público municipal recolhendo documentos e equipamentos eletrônicos. Em nota à imprensa, o governo municipal esclareceu que está prestando todas as informações aos agentes do GAECO e ao Ministério Público.

 

Mais de R$ 1 mi somente em 2022

Em Braço do Norte, a empresa Serrana Engenharia recebeu, somente este ano por serviços prestados, mais de R$ 1 milhão e ainda tem um saldo a receber na ordem de mais de R$ 260 mil, segundo o portal da transparência do município.

 

Dinheiro na casa do prefeito

Durante a operação foi encontrado na casa do prefeito Marlon Neuber de Itapoá mais de R$ 180 mil em dinheiro vivo. Segundo o sub procurador geral de Justiça Fabio de Souza Trajano, “a forma como foi encontrado o dinheiro não deixa duvida de que se trata de propina recebida do mensageiro da Serrana”.

 

A ponta do iceberg

As investigações continuam e todas as prisões realizadas até o momento foram deferidas pelo TJSC por meio de pedido de prisão preventiva feito pelo MPSC, ou seja, não se trata de prisão por condenação e muita coisa ainda deverá ser esclarecida, assim como poderão aparecer outros fatos e indícios.

 

Em nota a imprensa

O Grupo Serrana informou que esta a disposição do Ministério Público e do Poder Judiciário para colaborar com o esclarecimento dos fatos e busca da verdade em relação as diligencias realizadas na “Operação Mensageiro”.

 

Exemplo a não ser seguido

Os 10 pontos da Praia Central em Balneário Camboriú estão impróprios para para banho, segundo análise do Instituto do Meio Ambiente, a exatos seis dias para o início do verão. A falta de qualidade na água está relacionada ao esgoto irregular, chuvas e chegada de turistas, segundo especialistas. Ora bolas, alargaram a praia para proporcionar maior comodidade aos turistas, mas não fizeram o principal – ou seja, a estrutura de esgoto causando problemas de balneabilidade.

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