Conecte-se conosco

EXTRA.SC

Meta é ter dois Centros de Referência em Saúde

Tubarão - 149 anos
Publicidade
Publicidade
Publicidade

Tubarão - 149 anos

Meta é ter dois Centros de Referência em Saúde

O da margem direita já está em funcionamento e o da margem esquerda é projetado para o prédio onde seria instalada a UPA 24 horas. Além disso, clientes do EXTRA celebram o aniversário da cidade em vídeo.

Publicidade





 

A montagem do Centro de Referência em Saúde da Margem Direita, no bairro Oficinas, e a transparência nas filas de exames são as principais conquistas recentes da Fundação Municipal de Saúde, na avaliação do diretor-presidente Daisson Trevisol. Concentrar toda a estrutura – Policlínica, Farmácia Básica, Vigilância Sanitária, Tratamento Fora de Domicílio e outros serviços – em um só local era uma necessidade antiga.

Foto: Marcelo Becker/PMT

O próximo passo será tirar do papel o Centro de Referência na margem esquerda, que funcionará no prédio que abrigaria a Unidade de Prontoatendimento 24 Horas. A obra da UPA foi paralisada há cinco anos e na gestão do prefeito Joares Ponticelli chegou-se à conclusão de que o município não teria condições financeiras de manter em funcionamento ininterruptamente. A ideia é atender urgências até 22 horas e durante o dia também funcionar como Policlínica, com consultas de especialistas. Estima-se que sejam necessários no mínimo mais R$ 2 milhões para terminar a construção, que deveria ter sido entregue em maio de 2013.

Foto: arquivo

Quanto às filas, Daisson refere-se ao Sistema de Centrais de Regulação, software disponibilizado pelo Ministério da Saúde para o gerenciamento de todo Complexo Regulatório, indo da rede básica à internação hospitalar, visando à humanização dos serviços, maior controle do fluxo e a otimização na utilização dos recursos. A implantação do sistema evita que as filas sejam “furadas”.

“Além disso, reformamos seis postos de saúde, abrimos mais uma unidade no Centro e estamos com algumas outras propostas de ampliações e reformas que vão ocorrer no próximo um ano e meio. Adquirimos 11 carros, temos uma ambulância do Samu chegando e regularizamos todos os atendimentos”, destaca o diretor-presidente. O maior desafio da área ainda é a questão do financiamento do SUS. O orçamento é limitado para tantas ações e melhorias necessárias. “Ainda há muito o que fazer, mas estamos no caminho certo. Não temos mais medicamentos faltando na farmácia – os poucos que faltam são temporários – , e aumentamos as cotas de exames e especialistas”, relata Daisson.

 

Vídeo


Publicidade
Continue lendo
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade




To Top