Os trilhos da Ferrovia Tereza Cristina fazem parte da história de 14 municípios da região sul de Santa Catarina, com uma malha de 164 km. Aos 21 anos desde a concessão, que se completam neste mês, a empresa já investiu mais de R$ 66 milhões em infraestrutura, material rodante, sinalização e telecomunicações, desenvolvimento tecnológico, capacitação e outros.
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Entrar no grupoA história começa quando as locomotivas ainda eram movidas à vapor, produzido por lenha ou carvão mineral. As sinalizações eram realizadas com lanternas de lamparina, que refletiam em vidros coloridos e, a comunicação, por telefones à manivela, que dificilmente completavam a ligação.
Em 1997, o governo transferiu à iniciativa privada a gestão do sistema ferroviário nacional. Desde então, foram contabilizados mais de 58 milhões de toneladas transportadas, gerando mais de R$ 189 milhões entre outorgas, arrendamentos e pagamento de tributos, em arrecadação ao Tesouro Nacional.
A princípio, o foco era o transporte de carvão da região carbonífera para o Complexo Termelétrico da Usina Jorge Lacerda, em Capivari de Baixo. Com o passar dos anos, o crescimento da indústria proporcionou novas possibilidades para o transporte ferroviário, e a FTC agregou mais essa tarefa: o transporte de contêineres, com destino à cabotagem no Porto de Imbituba.
Em todos esses anos de atuação, a empresa conquistou as certificações na ISO 9001 (Gestão da Qualidade), ISO 14001 (Gestão Ambiental) e na OHSAS 18001 (Gestão da Segurança e Saúde Ocupacional).










