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Santa Catarina restringe atividades

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Foto: Reprodução

Saúde

Santa Catarina restringe atividades

Medidas foram anunciadas em reunião com prefeitos.

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A pandemia está prestes a completar um ano no Brasil, e em Santa Catarina já vitimou mais de sete mil pessoas. E agora, a situação voltou a piorar e algumas medidas restritivas foram tomadas para tentar controlar o aumento de casos e mortes.

Nessa terça-feira (23), uma reunião virtual reuniu o governo de Santa Catarina, prefeitos das 30 maiores cidades do estado e das cidades do litoral. Nesta reunião, o governo anunciou que publicará um decreto com medidas restritivas que passa a valer ainda nesta semana e vai durar 15 dias.

O prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli, foi um dos participantes da videoconferência. Após o encontro, Joares informou que a cidade deve adotar ações mais restritivas com relações aos velórios, e que a força-tarefa será recriada.

Enquanto o prefeito participava do encontro on-line para encaminhar uma solução coletiva em nível estadual, o diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde, Daisson Trevisol, conversava com representantes de hospitais, juntamente com o secretário adjunto de Saúde de Santa Catarina, Alexandre Lencina Fagundes, e o superintendente de Serviços Especializados e Regulação da Secretaria de Saúde, Ramon Tártari. A conversa serviu para alinhar tratativas entre o estado e o município.

Qual o resultado da reunião desta terça-feira

Segundo o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, em entrevista ao CBN Hub, as novas restrições estaduais devem valer por 15 dias e envolvem a redução da capacidade máxima do transporte coletivo para 50%, a proibição de atividades entre meia-noite e 6h, proibição de festas e baladas em casas noturnas e a limitação da ocupação em atividades de lazer para 25% da capacidade.

Além das medidas, o estado prometeu aos prefeitos um reforço de 500 policiais militares exclusivamente para a fiscalização das medidas sanitárias contra o coronavírus. Moisés também informou aos prefeitos que o Estado possui R$ 600 milhões para a ativação de leitos de UTI na rede privada.


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