Ação popular pede ‘despejo’ de Moisés da Casa da Agronômica
Ação foi movida por advogado de Joinville, que defende que não é razoável nem moral que Carlos Moisés permaneça no Palácio da Agronômica, tendo as despesas pagas pela população catarinense.

Ação foi movida por advogado de Joinville, que defende que não é razoável nem moral que Carlos Moisés permaneça no Palácio da Agronômica, tendo as despesas pagas pela população catarinense.

O advogado de Joinville Ricardo Bretanha Schmidt ajuizou, nesta segunda-feira (12), na Vara da Fazenda Pública da comarca da Capital, uma ação popular que pede que o governador afastado Carlos Moisés deixe a Casa d’Agronômica.
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Entrar no grupoPara o advogado, não é razoável, muito menos moral, que o custo de sua permanência no Palácio da Agronômica seja custeado pela população catarinense. Ele ainda pondera, na ação, que a demora do processo causará lesão à coletividade do Estado de Santa Catarina, diante do gasto com as despesas do segundo demandado e de sua família, que nesse momento não são de responsabilidade do povo, diante o afastamento.
Atualmente, o processo está aguardando decisão do pedido liminar de anulação do ato de permanência de Carlos Moisés no Palácio da Agronômica. Caso a liminar seja deferida, o governador afastado poderá recorrer. A votação do impeachment do governador de Santa Catarina ocorreu no dia 26 de março e acabou por volta de 23h30 com a proclamação por parte do presidente do tribunal, desembargador Ricardo Roesler, que afastou Carlos Moisés do cargo por crime de responsabilidade na compra dos respiradores.




