TSE avalia testar urna com biometria de eleitores reais, como pedem militares
Teste consiste numa simulação de votação com o objetivo de provar que o voto digitado é o mesmo que será contado.

Teste consiste numa simulação de votação com o objetivo de provar que o voto digitado é o mesmo que será contado.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, recebeu nesta quarta-feira (31) o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, para uma segunda reunião em duas semanas. De acordo com o tribunal, as respectivas áreas técnicas do TSE e da Defesa devem apresentar, em conjunto, "a possibilidade de um projeto piloto" para usar a biometria de eleitores reais no chamado teste de integridade das urnas eletrônicas.
Clique e receba notícias do extra.sc em seu WhatsApp:
Entrar no grupoA sugestão já havia sido feita pelas Forças Armadas no âmbito da Comissão de Transparência Eleitoral. Técnicos do TSE vinham considerando a hipótese inviável.
O teste consiste numa simulação de votação com o objetivo de provar que o voto digitado é o mesmo que será contado. É implementado nas vésperas das eleições, em seções eleitorais sorteadas, que recebem de três a quatro urnas para participar do controle.
O TSE vinha dizendo que fazer o teste com biometria real seria inviável porque exige convencer uma quantidade suficiente de pessoas a comparecer ao local do teste depois de votar normalmente na sua seção eleitoral. Além disso, há risco de fragilizar o sigilo do voto, porque ele será repetido pelo eleitor.
Monitoramento aponta estabilidade da Ponte Anita Garibaldi após reparo emergencial

Operação apreende mais de mil produtos falsificados em loja de Tubarão

Candidato de Lula em Santa Catarina, Gelson Merísio recusa convite para o primeiro debate das Eleições 2026

Marcelo Brigadeiro confirma presença no "Debate VOXX Eleições 2026"





