“Não podemos aceitar militância dentro das salas de aula. Os alunos precisam aprender os conteúdos da grade curricular, mas sem as ideologias dos professores, ainda que estes tenham suas preferências, o que é natural. Precisamos mandar nossos filhos para a escola na certeza de que não serão bombardeados com doutrinações”, explica.A aproximação com a família Bolsonaro se deu a partir do "Escola Sem Partido". Foi assim que, em 2018, Lucas recebeu o convite para construir e liderar o PSL em Santa Catarina. “O ambiente escolar, pra mim, não é lugar de doutrinação ideológica. Divergências são normais e acontecem a todo o tempo. O que não pode é a escola obrigar os alunos a compactuar com determinada ideia. A liberdade individual precisa ser respeitada. Essa é uma das minhas principais lutas e vai continuar sendo, até porque tenho coerência na minha linha do tempo”, pontua.
”Defendo desde quando fui vereador”, diz Lucas Esmeraldino sobre "Escola Sem Partido"
Por Alessandro Neves
•Atualizado há 4 meses










