22 pessoas são indiciadas por fraudes em licitações em Sangão
Estima-se que o grupo criminoso tenha gerado mais de R$ 1 milhão em prejuízos aos cofres públicos.

Estima-se que o grupo criminoso tenha gerado mais de R$ 1 milhão em prejuízos aos cofres públicos.

A investigação ligada à operação ‘Vale do Silício’ foi concluída pela Polícia Civil e indiciou 22 pessoas por crimes como corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de dinheiro em Sangão. As investigações foram coordenadas pela 2ª Delegacia Especializada no Combate à Corrupção (Decor/PCSC), que finalizou dois inquéritos policiais instaurados para apurar suspeitas de fraudes em licitações.
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Entrar no grupoA investigação durou cerca de dois anos e apontou que parte dos indiciados constituiu uma organização criminosa que fraudou 33 licitações e quase duas centenas de compras diretas e dispensas de licitações, todas voltadas à aquisição de produtos e serviços de informática ao longo de nove anos. “Em conluio com agentes públicos e políticos, bem como auxiliados por outros empresários, os licitantes beneficiados frustraram o caráter competitivo dos certames e monopolizaram todas as contratações do ramo no período mencionado”, informou a Polícia Civil.
Foram identificados pagamentos de propinas a agentes públicos em forma de valores e bens, fornecimentos simulados, entregas de itens com especificação inferior, dentre outras práticas ilícitas. Estima-se que o grupo criminoso tenha gerado mais de R$ 1 milhão em prejuízos aos cofres públicos.
Foram indiciados empresários, agentes políticos e agentes públicos por crimes da Lei de Organizações Criminosas, delitos licitatórios diversos, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de dinheiro.




