A prefeitura de Tubarão abriu, nesta terça-feira (20), as propostas das 12 empresas que disputam a concessão definitiva do lixo. O processo define quem fará a coleta comum e seletiva pelo menor preço, mas a vencedora ainda passará por análise de documentos e prazos de recurso. A expectativa é que o contrato final seja assinado ainda neste mês, encerrando um período de instabilidade iniciado no fim de 2025.
A crise no setor se agravou em outubro do ano passado, quando o contrato com a empresa Racli, que operava na cidade desde 1994, chegou ao limite legal e não pôde ser renovado. Para evitar a interrupção total, uma cooperativa gaúcha assumiu emergencialmente, mas foi dispensada um mês depois por não entregar o serviço prometido, deixando resíduos acumulados em diversos bairros.
Em novembro, uma nova troca ocorreu e uma empresa de Niterói (RJ) assumiu o trabalho, também de forma emergencial, mas os problemas de cronograma persistiram.
No Lote 1, que corresponde à coleta de resíduos sólidos, a empresa Globaltech Serviços, do Macapá (AP), apresentou o menor lance, no valor de R$ 8,4 milhões. Já no Lote 2, voltado para a coleta seletiva, a PCO Soluções Ambientais, de Pinhais (PR), lidera o ranking com uma proposta de R$ 705,8 mil. A análise técnica agora deve confirmar se as proponentes possuem a estrutura necessária para assumir o serviço de forma definitiva.
A atual prestadora emergencial, Plural, também participou da disputa, ficando em 11º lugar no Lote 1 – com proposta de R$ 10 milhões, e em nono lugar no Lote 2 – com lance de R$ 1,3 milhão. A antiga prestadora, Racli, de Cricíuma, ficou na segunda posição do Lote 1, oferecendo o serviço por R$ 8,499 milhões.
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