Lula vira tema de escola de samba e oposição acusa propaganda eleitoral antecipada
Desfile da Acadêmicos de Niterói contou a vida do presidente e sobrou até provocação para rivais.

Alex Ferro/Riotour
Desfile da Acadêmicos de Niterói contou a vida do presidente e sobrou até provocação para rivais.

Alex Ferro/Riotour
O desfile da Acadêmicos de Niterói abriu o Carnaval do Rio de Janeiro neste domingo (15), colocando a história do presidente Lula (PT) na avenida.
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Entrar no grupoCom o enredo "Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil", a escola mostrou desde a infância pobre em Pernambuco até a chegada ao Palácio do Planalto.
O próprio Lula estava lá, assistiu a tudo de camarote e ainda desceu para a pista para sambar e beijar a bandeira da escola junto com o prefeito Eduardo Paes (PSD).
A escola levou para a Sapucaí encenações que mostravam o impeachment de Dilma Rousseff (PT) e a prisão de Lula. O clima esquentou de vez quando apareceu o palhaço Bozo em clara representação ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
✖️ Briga na Justiça e críticas da oposição
A homenagem não desceu bem para a oposição, que já começou a se movimentar para tentar punir o presidente.
Políticos mostraram-se indignados com o gasto de R$ 1,2 milhão de dinheiro público no desfile, apontando que tudo não passou de propaganda eleitoral fora de hora.
O Partido Novo tentou barrar o desfile no Tribunal Superior Eleitoral, mas os ministros autorizaram a escola, alegando que não poderiam aplicar "censura prévia".
O senador Sérgio Moro (União), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o deputado Nikolas Ferreira (PL) e a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro também criticaram o desfile nas redes socias.
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