Logo
Logo Extra
Lucas Moraes

As tecnologias invisíveis que fazem uma Copa do Mundo funcionar

Atualizado há 1 hora
As tecnologias invisíveis que fazem uma Copa do Mundo funcionar

Fifa

Resumo da Notícia

Quando a gente pensa em Copa do Mundo, normalmente lembra dos gols, das torcidas, das discussões sobre arbitragem e daqueles jogos que param o planeta inteiro. Mas o que muita gente nem imagina é a quantidade de softwares e sistemas que trabalham nos bastidores para fazer tudo funcionar.

Clique e receba notícias do extra.sc em seu WhatsApp:

Entrar no grupo

Hoje, uma Copa do Mundo depende tanto de tecnologia quanto de futebol.

O exemplo mais famoso disso é o VAR. Muita gente só vê o árbitro apontando para o ouvido ou indo olhar a tela na beira do campo, mas, por trás disso, existe uma estrutura enorme de softwares analisando imagens de dezenas de câmeras em tempo real. Tudo acontece em questão de segundos.

Outro caso é o impedimento semiautomático, usado nas últimas Copas. Sensores na bola e sistemas com inteligência artificial acompanham a posição dos jogadores praticamente o tempo todo. O software consegue identificar linhas de impedimento com uma precisão muito maior do que seria possível apenas observando o lance.

Mas a tecnologia da Copa vai muito além do jogo.

Os estádios utilizam sistemas para controlar a entrada de torcedores, segurança, iluminação e monitoramento. Afinal, estamos falando de eventos com dezenas de milhares de pessoas ao mesmo tempo, em que praticamente qualquer falha pode virar um grande problema.

As transmissões também evoluíram bastante. Hoje, existem softwares que organizam imagens de várias câmeras, mostram estatísticas ao vivo, criam replays quase instantâneos e ajudam milhões de pessoas a acompanharem os jogos ao mesmo tempo pela TV, celular ou internet.

Até os times dependem cada vez mais de tecnologia. As seleções usam programas para analisar desempenho físico, estudar adversários e entender padrões táticos. O futebol moderno virou também um jogo de dados.

E, claro, existe toda a parte digital voltada para os torcedores. Aplicativos, sites e redes sociais precisam suportar milhões de acessos simultâneos durante os jogos. Tudo isso exige uma estrutura gigantesca funcionando por trás das telas.

No fim das contas, muita gente assiste à Copa pensando apenas no que acontece dentro de campo. Mas existe uma verdadeira operação tecnológica trabalhando sem parar para que cada lance chegue ao público da forma mais rápida, segura e organizada possível.

E talvez a parte mais curiosa seja justamente essa: quando toda a tecnologia funciona bem, quase ninguém percebe que ela está ali.