Esclerose múltipla afeta cerca de 40 mil brasileiros e diagnóstico precoce é fundamental
Doença neurológica não tem cura, mas avanços nos tratamentos ajudam a controlar a progressão e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

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Doença neurológica não tem cura, mas avanços nos tratamentos ajudam a controlar a progressão e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

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Cerca de 40 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla, uma doença que afeta o sistema nervoso central e pode comprometer funções motoras, visuais, cognitivas e sensoriais.
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Entrar no grupoNo mundo, a condição atinge mais de 2,8 milhões de pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde. De acordo com a Federação Internacional de Esclerose Múltipla, uma pessoa recebe o diagnóstico da doença a cada cinco minutos no mundo.
A esclerose múltipla ocorre quando o sistema imunológico passa a atacar a mielina, substância que protege as fibras nervosas do cérebro e da medula espinhal. A doença é mais comum em adultos entre 20 e 50 anos e afeta principalmente mulheres.
Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa e incluem fadiga intensa, alterações na visão, formigamentos, fraqueza muscular, dificuldade de equilíbrio e problemas urinários. Como muitos desses sinais podem surgir de forma intermitente, o diagnóstico costuma ser retardado.
Especialistas alertam que identificar os sintomas precocemente é essencial para iniciar o tratamento o quanto antes. Embora a doença ainda não tenha cura, os avanços em medicamentos e terapias têm permitido controlar a atividade inflamatória, reduzir a progressão da enfermidade e oferecer mais qualidade de vida aos pacientes.
Pelo Sistema Único de Saúde, pacientes diagnosticados têm acesso gratuito aos medicamentos por meio das Farmácias de Alto Custo. O encaminhamento deve ser feito por um médico, preferencialmente neurologista, acompanhado dos exames necessários para comprovação do diagnóstico.



