
Foto: Reprodução/Facebook
A mãe da menina de 10 anos que acusou um monitor da E. E. B. Hercílio Luz de bullying durante uma aula está sendo processada. O então professor do programa “Mais Educação”, que oferece atividades de arte e esporte aos alunos no contraturno escolar, afastado da função após a denúncia, alega injúria e difamação.
O caso ocorreu em novembro de 2018. A mãe afirmou que o monitor e outra estudante, de 13 anos, passaram tinta e cola na cabeça da criança. Dias depois, ele foi afastado.
Segundo a mãe, sua filha, desde então, passou a ter medo de ir para a escola, mesmo estando matriculada em outra instituição este ano. Ela relata que a criança passou mal durante a aula nesta segunda-feira (25), após a mãe ir à delegacia depor.

Foto: Divulgação
A mãe assinou um termo, comprometendo-de a comparecer no fórum de Capivari de Baixo no início de maio, acompanhada de um advogado. A data será preservada para a segurança da intimada. “Ele [o monitor] mandou mensagem pra mim dizendo que nem estava na hora que tudo aconteceu, falou que estava em reunião, sendo que todos viram que ele era o professor. Conheço minha filha, ela não iria inventar uma coisa dessa”, declarou. “Ela chegou em casa toda vermelha, pois ele havia dado desinfetante pra ela se limpar”, lembra.
Ainda segundo a mãe da criança, a menina chegou a receber ameaça de uma colega pelo Facebook. Na época, a direção da escola justificou que havia ocorrido uma “guerra de tinta” na sala de aula, mas ela garante que a única que saiu pintada foi a sua filha.
A reportagem do EXTRA tentou contato com o monitor acusado de bullying através das redes sociais, sem sucesso. Se e quando ele se pronunciar, esta reportagem será editada.

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