COVID-19: Um ano após o primeiro caso na Amurel, vivemos a situação mais crítica da pandemia
Os governantes politizaram a questão e a população parou de respeitar as regras de distanciamento: será que não aprendemos nada, 12 meses depois?

Os governantes politizaram a questão e a população parou de respeitar as regras de distanciamento: será que não aprendemos nada, 12 meses depois?

Mesmo depois de 12 meses convivendo com restrições e picos de casos, chegamos ao panorama mais chocante da pandemia: a superlotação do sistema público de saúde. Quase 400 catarinenses aguardam por atendimento em UTIs. Pacientes da região oeste, que entrou em colapso primeiro, precisaram ser transferidos para o Espírito Santo.
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Entrar no grupoNas esferas governamentais, a politização da Saúde agrava a situação ainda mais. De um lado, o presidente da República que não dá bons exemplos e desdenha do alto índice de destruição que o coronavírus tem causando. De outro, governadores e prefeitos que, em sua maioria, preferem não se indispor com o eleitor - afinal, às vezes, medidas consideradas impopulares parecem ser necessárias.
Para os próximos meses, esses governantes precisarão ouvir mais profissionais da Saúde e manter os investimentos na área. Nós, população, mais do que nunca, precisaremos seguir os protocolos de segurança, incluindo uso de máscaras, álcool em gel e mantendo o distanciamento social. Um ano depois, o que parecia apenas uma epidemia, ganhou força e virou uma pandemia que, pelo jeito, não tem hora pra terminar. Cuide-se!



