Os dois ex-policiais militares investigados pelo desaparecimento de Diego Bastos Scott, de 39 anos, morador de Laguna, foram condenados a dois anos, um mês e dez dias de prisão em regime aberto. As acusações são de prevaricação e falsidade ideológica em função de declaração falsa e por não levarem o homem à delegacia, conforme prevê o procedimento policial.
Diego desapareceu há pouco mais de dois anos, em janeiro de 2021. A última vez em que ele foi visto foi quando colocado pelos dois policiais dentro de uma viatura.
A princípio, os policiais negaram que tiveram contato com Diego. No entanto, após descobrirem que haviam sido gravados por câmeras de monitoramento, mudaram a versão.
A segunda versão foi que levaram Diego até a estrada geral da Praia do Gi, a cerca de oito quilômetros de distância do local da abordagem, e o deixaram no local.
A câmera usada no serviço e o tablet da ocorrência estavam desligados enquanto Diego estava na viatura.