Após o ex-governador Carlos Moisés da Silva (Republicanos) afirmar, em entrevista, que a obra da Ponte do Pontal só não sairá do papel “se o atual governo não quiser” e citar o secretário da Casa Civil Soratto (PL) como o responsável por suspender o processo, o político tubaronense se manifestou via nota oficial, divulgada nesta segunda-feira (13).
Em seu posicionamento, Soratto afirma que o ex-governador se contradiz ao afirmar que o prazo de licitação só seria encerrado em julho. “[Moisés] lançou um processo licitatório em dezembro, cujo prazo final seria março. Ou seja: a empresa escolhida teria ainda, em 2023, nove meses para iniciar e executar a obra com um orçamento de apenas R$ 20 milhões, o que não é condizente com o porte da ponte”.
“Para uma obra com custo estimado pelo próprio governo anterior de R$ 345 milhões de reais, foi reservado para o exercício de 2023, apenas R$ 20 milhões, conforme consta na Lei Orçamentária Anual, aprovada pela Assembleia Legislativa”, continua o secretário.
Soratto finaliza a publicação explicando que o projeto será revisto já que, segundo ele, não faz sentido ter uma ponte duplicada com os dois acessos em pista simples. “A Ponte do Pontal é uma prioridade para a nossa região e sairá do papel, mas quando os recursos e a legalidade estiverem assegurados”, finaliza.