Responsável por salvar vidas e prevenir ferimentos graves, o cinto de segurança ainda é ignorado por muitos motoristas e passageiros no Brasil. Seu uso se torna fundamental, pois em caso de paradas bruscas, desvios repentinos, colisões ou outras ocorrências, o item de segurança pode fazer a diferença.
O cinto de segurança é capaz de reduzir o risco de morte em até 45% para pessoas nos bancos da frente, e, em 75% nos passageiros do banco de trás. Os dados são da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) e consideram adultos e crianças em carros, vans, ônibus e demais transportes coletivos.
Um estudo realizado em rodovias, como a BR-101, em Santa Catarina; BR-376, no Paraná; e BR-116, em São Paulo, aponta que de 137 mil veículos observados, apenas um quinto dos ocupantes utilizava o cinto.
Do total, 37% dos passageiros nos bancos de trás não usavam o item, assim como 33% de condutores de caminhões. Durante o período da pesquisa, 105 pessoas que morreram em acidentes de trânsito nessas rodovias, e 76 não usavam o cinto de segurança. A pesquisa, realizada pela concessionária Arteris, foi divulgada este ano.
Além do risco de morte, o não uso do cinto é considerado uma infração grave, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, com aplicação de multa de R$ 195,23 e a perda de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Por todos estes motivos, a Star Proteção Veicular incentiva o uso do cinto de segurança para seus associados e demais motoristas. Em caso de dúvidas ou interesse em fazer parte da maior proteção veicular do Sul do Brasil, o número 0800 042 0135, que também é WhatsApp, está à disposição.