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Copa pode perder estrelas antes da estreia

Atualizado há 2 horas
Copa pode perder estrelas antes da estreia

Pedro Salado/Getty Images

A Copa do Mundo de 2026 corre o risco de começar sem alguns nomes de peso, especialmente entre os brasileiros. Estêvão vive situação delicada após grave lesão muscular e tenta um tratamento alternativo no Catar para seguir sonhando com vaga no torneio.

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Além dele, Éder Militão, Alisson e Raphinha também preocupam, enquanto Rodrygo já está fora. No exterior, o principal alerta é o espanhol Lamine Yamal, que também se machucou, mas ainda tem chance de se recuperar a tempo da competição.


⚽ Fifa barra pressão e mantém Irã no Mundial

Mesmo após aliados de Donald Trump sugerirem a troca do Irã pela Itália na Copa, a Fifa rejeitou a ideia e manteve a seleção iraniana no torneio. O próprio governo italiano também rechaçou a possibilidade e classificou a proposta como absurda.

Nos bastidores, o Irã segue se preparando normalmente, apesar das tensões políticas e dos problemas logísticos envolvendo vistos para entrada nos Estados Unidos.


⚽ Textor é afastado do comando do Botafogo

John Textor foi afastado provisoriamente do comando da SAF do Botafogo por decisão do Tribunal Arbitral da FGV. A medida tem efeito imediato, em meio à crise financeira e às disputas internas que cercam a gestão do clube.

A recuperação judicial entrou no centro da decisão. O tribunal apontou falhas de governança, citou risco de danos aos acionistas e torcedores e ainda derrubou a assembleia que estava marcada para os próximos dias.


⚽ Escândalo sexual atinge estrelas e brasileiros

Uma investigação da promotoria da Itália revelou um esquema que vendia festas de luxo com prostituição e uso de “gás do riso” para jogadores de futebol. O caso já cita cerca de 70 atletas e virou um dos maiores escândalos recentes dos bastidores esportivos na Europa.

Entre os nomes mais conhecidos aparecem Rafael Leão, Dusan Vlahovic, Alessandro Bastoni e os brasileiros Arthur, Carlos Augusto e Philippe Coutinho. Nem todos são investigados formalmente, porque ser cliente não é crime na Itália, mas os nomes surgiram nas apurações.